Mulheres lendárias do MotoGP

  • Por Redação Informatizando
  • 04/12/2017

Algumas mulheres fizeram história, abriram portas, porém passavam despercebidas, outras desencadearam muita discussão, mas todas elas consistem em mulheres corajosas, mulheres de outra época, mulheres MotoGP.

 

A primeira foi Beryl Swain em 1962 em 50 cc, quando a TT Isle of Man ainda faz parte do Campeonato Mundial. Ela terminou 22º lugar e a participação a levou à criação de novas regras, pela organização, que excluiu a participação das mulheres por considerar ser um esporte perigoso para estas.

 

Imagem inline 2Beryl Swain

 

Gina Bovaird em 1982 participou de uma Yamaha 500cc, o MotoGP naquela época, portanto, é como a primeira e única mulher a participar dessa categoria. Foi no GP da França , onde se qualificou, por boicote às equipes de fábrica japonesas, mas na corrida teve que se aposentar.

Imagem inline 3

Gina Bovaird

Gina Bovaird foi a chave que abriu a porta nos anos 80 e 90 para o MotoGP.

 

Inge Arends seria a seguinte: desempenhou seis grandes prêmios 1983 e 1984 nas categorias de 50cc e 80cc, sendo a primeira e única participante para a categoria 80cc, com a melhor posição em 16º lugar.

Imagem inline 5

Inge Arends

 

Em 1986, Petra Gschwander tentou, mas não conseguiu se qualificar.

Imagem inline 7

Petra Gschwander

 

Um ano após a estréia, Taru Rinne (1987-1990), os melhores resultados colhidos e qual é a melhor posição de grade da mulher (2ª), corrida (7ª) e total (17ª), no total 17 participações, além de ser a primeira em participar na categoria de 125cc e a primeira em conseguir pontuar. 

Imagem inline 6

Taru Rinne

 

Ela disse adeus tragicamente depois de um acidente no Circuito Paul Ricard. Enquanto no hospital, a recuperação de um tornozelo quebrado, recebeu uma carta de Ecclestone Bernnie, mundial naquela época, impedindo o reengajamento para a próxima temporada. Claramente, Taru Rinne merece estar entre as legendas da MotoGP.

 

O GP de alemão em 1988 tornou-se o primeiro cenário de participação de mais mulheres, By, Gschwander e Grief. 

 

Antes de entrar no grande Tomoko Igata participou de nove corridas entre 1992 e 1993, 24º lugar com o melhor resultado.

Imagem inline 8

Tomoko Igata

 

Tomoko Igata  estreou no mundo de 125cc no GP de Japão em 1992. Apesar da brilhante estréia que estrelou, 13º na grade e 20º na carreira, levou dois anos para Igata fazer sua primeira temporada, dos dois disputados. Foi o fantástico Circuito de Brno, onde a japonesa igualou o lendário Taru Rinne, alcançando o 7º lugar. Igualmente igualado em pontos marcados em uma única temporada, sim, contestando quase o dobro das corridas finlandesas. 

 

Em 2001, fez a chegada da Katja Poensgen a turma de 250cc para ficar por duas temporadas e se tornar a primeira mulher a marcar pontos e participar da categoria intermediária. Esses pontos vieram no GP da Itália no mesmo ano de sua estréia.

Imagem inline 9

Katja Poensgen

 

Cath Thompson e Nikoletta Kovacs estrearam em 2001, sendo em 2003, quando estreou a mulher mais jovem para participar de um Grande Prêmio, Marketa Janakova, com 15 anos como uma coringa, contendendo sete corridas 2004.

 

Imagem inline 10

Marketa Janakova

 

Em 2013, a espanhola Ana Carrasco é a mulher mais nova para a participar de uma temporada inteira, a primeira a participar de Moto3, que já jogou mais GGPP (31), é a terceira com mais pontos (9), a segunda melhor posicionada (7ª), a segunda melhor posição na corrida (8ª), empatada com Tomoko Igata no ranking geral (21ª) no segundo lugar.

Imagem inline 11

Ana Carrasco

 Por último, destaca-se Nina Prinz na temporada de 2014, no GP da Alemanha com um Moto2. 

Imagem inline 12Nina Prinz

Leia também:

Demi Lovato lança novo álbum e promete sucesso

Hambúrguer artesanal: a moda gourmet de São Paulo

Insônia: conheça os melhores Remédios naturais para dormir

A Dieta Sirtfood – emagrecer bebendo vinho e comendo chocolate

Bruno Mars faz 4 shows esgotados no Brasil

+CLIQUE AQUI para ver mais assuntos.

Informatizando no Youtube